quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

''CHEIO DE ESPERANÇA''


quando ouvi a sua voz,
naquela noite em que te liguei,
meu coração fez bagunça no peito,
minha voz estremeceu,
não consegui falar direito,
minhas mãos tremulas,
então ficaram,
e meus olhos se fecharam,
senti você perto de mim,
por um instante,
mas a realidade é tão dura,
e de mim estais distante,
sou um cara sem muita sorte,
houveram momentos em que,
perto de você pude ficar,
mais não fui forte o bastante,
para me declarar,
agora estou na estrada,
da solidão,
e caminho meio sem rumo,
na total escuridão,
te procurando por aí,
cheio de esperança,
com a fé de uma criança,
que não ver a hora,
de um doce encontrar,
e quando não encontra,
começa a chorar...

JR MAGAL

Um comentário:

Jaque Morrison disse...

Putz..
Esperança?

Se for é aquela... que apesar dos pesares ainda acreditamos... tenho ela cravado em meu peitoo!

Assim como você disse:
"meu coração fez bagunça no peito"

Tem uma parte de uma poesia minha que diz:
"Tantos tuns batem em meu coração
Só quando vejo você"

Pois é amigo... a vida é assim... cheio de esperanças e tuns tuns...rs..

Beijão!