terça-feira, 26 de outubro de 2010

E AGORA?

E agora que o tal do amor acabou?

Chegou como tsunami
Quebrando tudo pela frente
E terminou como garoa
No céu do sertão

E agora que o tal do amor acabou?

Veio como flecha sem destino
Pesou como ancora
Estressou como fila de banco
E acabou por telefone...

E agora?

Que não adiantam
Flores

Que não adiantam
Cores e suspiros...

E agora?

Que não adianta chorar o amor derramado...




Poema para minha amiga May, que terminou o namoro por telefone com Marcio, e eu assistindo tudo (a novela mexicana) pelo msn.


poema postado também no Overmundo
 



Caranguejúnior

2 comentários:

André Dia(s,z)? disse...

Oi, Jr! Se é novela mexicana, só posso dizer uma coisa, entre acessos de soluços desesperados: "O amor é uma dor!"

André Al. Braga disse...

parece que quanto mais intenso começa, mais frio acaba... mas fazer o que? um dia a gente percebe que precisa dessa porra de amor pra viver!