terça-feira, 21 de junho de 2011

FUGITIVAS

As vezes acho que as Poesias têm vidas próprias
Espertinhas...
Sempre dão um jeito de cortar as grades dos pensamentos
Fugirem das pontas das canetas
E quando tento agarrá-las no ar, com as mãos
Elas somem, ficam invisíveis...

Só ouço suas risadinhas
De-bo-cha-das!




Caranguejúnior

Um comentário:

André Dia(s,z)? disse...

Não deixa elas fugirem, Jr!!!!

Abraço!